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O que esperar do mercado imobiliário depois da pandemia

Antes da pandemia do coronavírus, tínhamos aquecimento no mercado.

Todas as análises feitas direcionavam para crescimento, isso era bom, pois estávamos passando pelo quarto ano seguido de um mercado totalmente em baixa. Existe esforço de construtoras, imobiliárias e corretores de imóveis nos meios digitais para continuar a girar a roda do mercado imobiliário, mas, este esforço parece ser pouco para conseguir bons resultados.

Na prática, o que mudou para o mercado imobiliário?

Mesmo com a pandemia criando incertezas na economia brasileira, empresas imobiliárias e corretores de imóveis continuam a receber o mesmo número de clientes, talvez até mais em algumas localidades, porém agora virtualmente.

Quando a crise atual começou, muitos clientes já estavam sob contrato em muitas imobiliárias e com corretores de imóveis, foi então necessário encontrar maneiras de finalizar estes contratos com segurança e manter o isolamento entre as partes, e foi então que tudo começou a ficar nebuloso para o mercado imobiliário na pandemia.

Os micro-apartamentos deveriam ser a onda do futuro, mas os moradores de pequenos espaços vão agora em busca de mais m², ou seja, mais espaço (e os proprietários de lares maiores já se mudaram para sua segunda moradia). 

Edifícios boutique recebem mais importância agora em grandes empreendimentos e as moradias se tornarão mais valorizadas. Arquitetura deve combinar com estilo de vida, unidades habitacionais tecnológicas e gentilezas urbanas.

Varandas, terraços e rooftops já são comodidades preciosas para qualquer comprador em potencial, agora serão mais valorizados e mais buscados nos próximos meses.

Muito do que vemos agora são apenas questionamentos. Perguntas sem respostas para o momento, porém, que fiquem para termos entendimento das novas relações humanas e de como o imobiliário não se faz mais de produto, agora, certamente, é de pessoas para pessoas com um toque de tecnologia.

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