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Estação Sumaré localizada na Linha Verde, estação tem vista privilegiada da cidade de SP.

Estação composta por mezanino de distribuição enterrado e plataformas laterais sob o viaduto da Av. Dr. Arnaldo sobre o vale da Av. Paulo VI, com estruturas em concreto aparente e fechamento lateral da plataforma em vidros artisticamente trabalhados.

Anônimos da Sumaré contam suas histórias

Quem são e como vivem alguns dos personagens retratados na estação do metrô dez anos depois de sua inauguração

A maioria dos 10 mil passageiros que passam por dia pela estação Sumaré do metrô de São Paulo já deve ter se perguntado o que significam aqueles rostos fundidos nos vidros da plataforma.
Já disseram que as fotos seriam uma homenagem a pessoas mortas de forma trágica, mas a idéia do trabalho foi exibir pessoas comuns e de raças distintas. A obra foi assinada pelo artista plástico Alex Flemming e completa dez anos em outubro.
São 22 retratos no estilo três por quatro enfileirados dos dois lados da plataforma.
O autor pegou amigos de faculdade de origem japonesa, como a arquiteta Margareth Nishiyama, e também descendente de índios como Baixo Ribeiro, criador da galeria de arte Choque Cultural. “São pessoas desconhecidas, mas cada um tem sua identidade”, diz Margareth, que no começo se assustou com o tamanho da imagem.
Um dos mais entusiasmados com o trabalho é Alex Sandro de Sousa, segurança da galeria Prestes Maia. Quando foi fotografado, aos 22 anos, não tinha a menor idéia do que seria feito com as imagens. Hoje é famoso no bairro. “É legal que o tempo vai passando, eu vou ficar velho e a foto continua lá”, alegra-se.

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